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Padeiros de SP participam do ato unificado no Vale do Anhangabaú e do 1º de Maio da UGT com exposição na Avenida Paulista

Em celebração ao Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras, o Sindicato dos Padeiros de São Paulo participará do 1º de Maio Unificado em São Paulo, no Vale do Anhangabaú, na segunda-feira, a partir das 10h, com presença do presidente Lula, muita música e ato político-trabalhista-sindical pelo retorno dos direitos perdidos na reforma trabalhista.

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Já no dia 7 de maio, domingo, às 10h, haverá a abertura do 1º de Maio da UGT, com a 9ª exposição da central no canteiro central da Avenida Paulista, em São Paulo, entre o Conjunto Nacional e a Alameda Campinas. Este ano com 30 obras das artistas Catharina Suleiman, Erica Mizutani, Moara Tupinambá, Moka Negreiros, Soberana Ziza e Talita Hoffmann no contexto do tema “Democracia, Paz e Trabalho” e das lutas em defesa do meio ambiente e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

A exposição é uma iniciativa da Secretaria de Organização, Formação e Políticas Sindicais da UGT, coordenada pelo Chiquinho dos Padeiros, presidente Sindicato dos Padeiros de São Paulo, com curadoria de Baixo Ribeiro, especialista em arte urbana e novas linguagens digitais, e ficará no local durante o mês de maio para a apreciação e a reflexão pública.

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História do 1º de Maio

A data foi criada pela 2ª Internacional Socialista, em Paris (1889), para lembrar a greve geral de 1º de maio de 1886, em Chicago (EUA), por melhores condições de trabalho e jornada de 8 horas, e para homenagear os mártires deste episódio que foram condenados à morte ou à prisão perpétua.

Com o passar dos anos, o 1º de Maio passou a homenagear todos os que lutaram e lutam pela liberdade e pelo fim da exploração capitalista no mundo e no Brasil.

“Dedicamos uma especial homenagem aos padeiros, confeiteiros e balconistas que, juntos com o nosso Sindicato, estão inseridos nas lutas atuais contra o desemprego, os juros altos, a informalidade, o trabalho precário, os acidentes e as doenças do trabalho, a fome, a pobreza e a exclusão social e nas lutas por melhores salários e condições de trabalho e de vida mais dignas para o povo brasileiro”, diz Chiquinho dos Padeiros.