Home/ Noticias/ REFORMAS: PRESSIONAR O CONGRESSO E MOBILIZAR OS TRABALHADORES

Reformas: pressionar o congresso e mobilizar...

REFORMAS: PRESSIONAR O CONGRESSO E MOBILIZAR OS TRABALHADORES
Por Suely Torres, com informações do Site da UGT.
 
 
 
WhatsApp Image 2017-02-21 at 10.40.57
 
Na sua 25 Reunião Plenria da Executiva Nacional, realizada nos dias 20 e 21 de fevereiro, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), reuniu representantes de todos os estados da federação com o objetivo de ampliar os debates sobre as reformas da previdência e trabalhista, bem como traçar estratgias de luta da Central para 2017.
 
Ricardo Patah, presidente nacional da UGT, lembrou que, no ltimo Congresso, a Plenria reforçou que a Central, por defender um modelo de sindicalismo cidadão, tico e inovador, uma entidade reformista. “A UGT defende reformas, mas, a nosso ver, o governo inverteu as prioridades, j que acreditamos serem prioritrias as reformas fiscais e de Estado para contribuir com a geração de emprego e renda para a população”, disse Patah.
 
WhatsApp Image 2017-02-21 at 10.41.06
 
Chiquinho Pereira, Secretrio de Organização e Polticas Sindicais da UGT Nacional, disse que alm de inverter as prioridades, o governo apresenta propostas de reformas que atingem diretamente os direitos histricos dos trabalhadores e, pior, não h garantia que essas medidas venham tirar o pas da crise. Ao contrrio, pode agravar ainda mais a situação, pois destri o poder de consumo bsico dos trabalhadores e de uma grande parcela da sociedade brasileira.
 
A ideia acumular forças, unificar o Movimento Sindical, conscientizar e mobilizar os trabalhadores para vencer os desafios. “Vivemos uma realidade complexa e delicada para os trabalhadores e o povo. Por isso, fundamental usar todas as formas de luta que vão desde negociar com o governo at a de mobilizar os trabalhadores para ocuparem as Ruas desse pas. O importante garantir e preservar os direitos dos trabalhadores e do povo, bem como contribuir para que o Brasil volte a crescer, com desenvolvimento social, distribuição de renda e valorização do trabalho.” Finaliza Chiquinho Pereira.