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PROPOSTA DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA TERÁ CRIAÇÃO DE NOVO REGIME TRABALHISTA
Por Suely Torres
 
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(Foto: Paulo Rogrio "Neguita)
 
Segundo o ministro da economia, Paulo Guedes, em matria publicada no Jornal O Valor (dia 07/02), a proposta do governo para a Reforma da Previdência ir incluir, tambm, a criação de um novo regime trabalhista. O ministro deixou claro que, se aprovado o Projeto de Emenda Constitucional (PEC), coexistirão no mercado de trabalho os dois sistemas: o novo, desconstitucionalizado, desregulamentado e com maior oferta de emprego; e o atual, com a Justiça do Trabalho, os Sindicatos e poucos empregos.
 
Ou seja, o discurso ameaçador de que “O trabalhador ter de escolher: ter emprego ou ter direitos” que Bolsonaro fez durante a sua campanha eleitoral poder ser concretizado e custar muito caro aos trabalhadores, principalmente aos jovens. 
 
Para Guedes, “Os jovens terão oportunidade de escolher”, que chamou o velho regime de “porta da esquerda”, onde prevaleceriam os “muitos direitos e poucos empregos”. O novo seria a “porta da direita”, com menos direitos e muitos empregos.
 
Guedes aposta que o regime opcional para os jovens estreantes no mercado de trabalho vai evidenciar as vantagens de regras menos rgidas em relação s existentes hoje. Na carteira de trabalho “verde-amarela”, que pretende criar, dever prevalecer o contrato individual. E os benefcios agregados aos contratos de trabalho por força de Acordos sindicais, como vale-transporte e vale-refeição podem ser excludos. E contenciosos entre empregados e empregadores devem ser resolvidos na Justiça Comum. Com o tempo, a Justiça do Trabalho perderia a razão de existir. Disse Guedes.
 
“ lamentvel, mas chegamos constatação de que o atual governo brasileiro tem se dedicado a proteger os interesses do grande capital e do sistema financeiro. Imaginar que a sada para o desemprego que o governo apresenta retirar direitos daqueles que j levam uma vida sofrida, com baixos salrios e sem recursos nem para cuidar da sade desumana. Ora, desemprego se combate com desenvolvimento e investimento em infraestrutura. Não ser retirando os direitos e muito menos instituindo uma Relação de Trabalho anloga Escravidão que o pas sair da crise que o abateu h alguns anos.” Desabafa Chiquinho Pereira, Presidente licenciado do nosso Sindicato.